ANÁLISE DA CONTAMINAÇÃO MICROBIOLÓGICA EM ESPECIARIAS COMERCIALIZADAS EM FEIRA LIVRE DO AGRESTE DE PERNAMBUCO
DOI:
https://doi.org/10.61411/rsc202570718Palavras-chave:
Segurança alimentar; controle de qualidade; cominho.Resumo
As especiarias têm sido utilizadas há séculos na culinária e na medicina, mas a contaminação microbiológica representa um risco à saúde pública. Este estudo teve como objetivo avaliar a qualidade microbiológica do cominho comercializado em feiras livres do Agreste de Pernambuco. Amostras de cominho foram coletadas em Capoeiras e analisadas em laboratório utilizando a técnica do Número Mais Provável (NMP). A análise revelou contaminação por coliformes totais e Escherichia coli. Os resultados indicam uma carga microbiana elevada, sugerindo práticas inadequadas de higiene durante o processamento e armazenamento. A detecção de E. coli é especialmente preocupante, pois indica contaminação fecal recente e está associada a doenças transmitidas por alimentos. A contaminação pode ocorrer devido a práticas agrícolas inadequadas, processamento deficiente e condições de armazenamento precárias. Este estudo destaca a necessidade de medidas rigorosas de controle de qualidade e de conscientização sobre a importância da higiene na produção e comercialização de especiarias. Conclui-se que intervenções mais rigorosas e fiscalização contínua são essenciais para garantir a segurança alimentar e proteger a saúde dos consumidores.
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