Violência obstétrica: um desafio para a saúde pública no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.61411/rsc202489517Palavras-chave:
Violência Obstétrica , Parto Humanizado, Violência de GêneroResumo
Este estudo teve como propósito analisar os desafios da saúde pública no Brasil frente a violência obstétrica. Para alcançar esse propósito, foram necessários seguir três objetivos específicos, sendo: Compreender o que é violência obstétrica; investigar como fatores socioeconômicos e culturais que influenciam a ocorrência de violência obstétrica entre as mulheres atendidas nos serviços de saúde; e, identificar os impactos da violência obstétrica na saúde física e mental das mulheres. A violência obstétrica é uma forma de violência contra a mulher, enraizada no patriarcado e nas desigualdades de gênero. Envolve uma série de ações, geralmente cometidas por profissionais de saúde durante o atendimento ao parto e nascimento, que violam a integridade das mulheres e, em alguns casos, também afetam o bebê, o acompanhante e a família. A metodologia desta pesquisa seguiu as diretrizes de pesquisa bibliográfica de caráter descritivo e qualitativo. A pesquisa bibliográfica, foi realizada em artigos científicos, livros, dissertações e teses que versam sobre as categorias de análise desta pesquisa. Os materiais com tempo superior há 5 anos foram descartados, com a finalidade de que ela seja atualizada. A investigação revelou que a violência obstétrica é uma temática que vem ganhando mais robustez na discussão, embora ainda seja uma prática comum dentro das instituições de maternidade. Além disso, a violência obstétrica pode ser mais comum em mulheres de grupos vulneráveis, como as de baixa renda, mulheres negras, indígenas ou adolescentes.
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