Análise microestrutural comparativa dos aços AISI 8630M e ASTM A182 F-22

Autores

  • Marcelo de Oliveira Targino Universidade Federal do Ceará Autor
  • Edvan Cordeiro de Miranda Universidade Federal do Ceará Autor
  • George Luiz Gomes de Oliveira Universidade Federal do Ceará Autor
  • Pedro Helton Magalhães Pinheiro Universidade Federal do Ceará Autor

DOI:

https://doi.org/10.61411/rsc2026125519

Palavras-chave:

AISI 8630M; ASTM A182 F-22; Tratamentos Térmicos; Microestrutura; Elementos de Liga.

Resumo

As ligas AISI 8630M e ASTM A182 F-22 são amplamente empregadas no setor de petróleo e gás; entretanto, estudos comparativos sob rotas térmicas idênticas ainda são limitados. Este trabalho teve como objetivo analisar comparativamente as variações microestruturais desses aços após recozimento, têmpera e revenimento. As amostras foram inicialmente normalizadas para padronização microestrutural, submetidas aos tratamentos térmicos propostos e analisadas qualitativamente por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV), após ataque com Nital 2%. Os resultados evidenciaram microestrutura ferrita-perlita no estado recozido, formação predominante de martensita após têmpera e martensita revenida após revenimento. O AISI 8630M apresentou maior uniformidade martensítica, associada à sua maior temperabilidade, enquanto o ASTM A182 F-22 demonstrou maior estabilidade microestrutural após revenimento. Conclui-se que as diferenças observadas estão diretamente relacionadas à composição química e à atuação dos elementos de liga. Ressalta-se que as interpretações quanto ao desempenho mecânico baseiam-se na análise microestrutural qualitativa, não tendo sido realizados ensaios mecânicos.

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Publicado

2026-03-16

Como Citar

TARGINO, Marcelo de Oliveira; DE MIRANDA, Edvan Cordeiro; DE OLIVEIRA, George Luiz Gomes; PINHEIRO, Pedro Helton Magalhães. Análise microestrutural comparativa dos aços AISI 8630M e ASTM A182 F-22. Revista Sociedade Científica, [S. l.], v. 9, n. 1, p. 449–469, 2026. DOI: 10.61411/rsc2026125519. Disponível em: https://journal.scientificsociety.net/index.php/sobre/article/view/1255.. Acesso em: 3 jun. 2026.