TEMPO DE TELA NA INFÂNCIA: UMA QUESTÃO DE SAÚDE PÚBLICA
DOI:
https://doi.org/10.61411/rsc69952Palavras-chave:
tempo de tela, crianças, desenvolvimento neuropsicomotorResumo
A exposição precoce das crianças às telas aumentou significativamente em todo o mundo, tornando-se motivo de grande preocupação e um problema de saúde pública pelas repercussões negativas que podem acarretar ao neurodesenvolvimento infantil. Objetivo: Conscientizar trabalhadores da área da saúde, pais e educadores sobre os riscos e impactos acarretados pela exposição de tela, de forma inadequada, em crianças de 0 a 10 anos. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura. Utilizou-se as seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Literatura Internacional em Ciências da Saúde (MEDLINE) e U.S. National Library of Medicine (PubMed-NCBI). “Screen”, “Time” e “Children” foram os termos buscados, com o operador booleano “AND”. Documentos confeccionados pela Sociedade Brasileira de Pediatria e livros de neurologia foram utilizados para o enriquecimento da escrita. Resultados: As informações encontradas demonstram que a exposição precoce às telas pode acarretar disfunções do neurodesenvolvimento e consequências como: obesidade, insônia, dificuldade de aprendizagem, introspecção e dependência digital. Conclusão: Diante do exposto, é uma questão de saúde pública que as consequências da exposição precoce e inadequada de telas sejam divulgadas para pais, cuidadores e profissionais da saúde para que sejam utilizadas a partir da idade e pelo tempo correto.
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