O reflexo da educação permanente em saúde na prática de Enfermagem
DOI:
https://doi.org/10.61411/rsc202592518Resumo
A Educação Permanente em Saúde (EPS) é um pilar fundamental para a qualificação contínua dos profissionais de enfermagem, promovendo melhorias significativas na qualidade da assistência e na segurança do paciente em um cenário de constantes avanços tecnológicos e mudanças nas diretrizes da saúde. Considerando a necessidade de atualização constante dos enfermeiros, surge a questão: de que maneira a EPS impacta a prática profissional, potencializando a qualidade do cuidado prestado? A EPS favorece um aprendizado contínuo e integrado entre teoria e prática, capacitando os profissionais a adotarem condutas baseadas em evidências científicas, o que resulta em intervenções mais seguras e eficazes. Além disso, busca desenvolver conhecimentos, habilidades e competências atualizadas, fortalecer a cultura organizacional, estimular a inovação e aumentar o engajamento dos profissionais. Estudos apontam que a adoção da EPS promove avanços tanto nas competências técnicas quanto nas habilidades interpessoais, melhorando a comunicação e garantindo um cuidado mais humanizado e centrado no paciente. A metodologia do estudo adota uma abordagem qualitativa e exploratória, baseada em uma revisão integrativa da literatura, analisando publicações indexadas em bases de dados reconhecidas. A seleção criteriosa dos artigos permitiu a identificação das principais ações e desafios da EPS na enfermagem, destacando sua relevância para o aprimoramento profissional e institucional. Apesar dos desafios, como a escassez de tempo e recursos, a EPS se consolida como uma estratégia essencial para enfrentar as complexidades do setor, garantindo que os enfermeiros estejam preparados para responder às novas demandas da profissão. Sua implementação eficaz não apenas contribui para a segurança e qualidade do atendimento, mas também fortalece as instituições de saúde e impulsiona melhorias na saúde pública no Brasil.
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