Pluralismo metodológico: A formação do professor de química para um aprendizado mais significativo
DOI:
https://doi.org/10.61411/rsc2025107818Palavras-chave:
Pluralismo metodológico, formação inicial, professor de químicaResumo
Este artigo discute a formação do professor de Química a partir da perspectiva do pluralismo metodológico, considerando sua importância para a promoção de uma aprendizagem mais significativa no ensino de Ciências. Com base em pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa, analisa-se como a diversidade de estratégias pedagógicas, especialmente o uso de metodologias ativas, pode favorecer o engajamento dos alunos e contribuir para a redução da evasão escolar. Parte-se do pressuposto de que a formação docente deve ir além do domínio dos conteúdos disciplinares, contemplando também a articulação entre teoria e prática, bem como a reflexão crítica sobre as diferentes abordagens de ensino. Os resultados apontam que ainda existem fragilidades na formação inicial dos professores de Química, como a separação entre os saberes específicos e os pedagógicos, e a ausência de integração com a realidade da escola básica. Argumenta-se que a superação desses entraves depende da reformulação dos currículos de licenciatura, da valorização da formação continuada e do fortalecimento do vínculo entre universidade e escola. Conclui-se que o pluralismo metodológico, mais do que uma soma de técnicas, representa uma postura pedagógica flexível e intencional, que deve ser cultivada desde a formação inicial para que o professor esteja preparado a responder com criatividade e compromisso às demandas da sala de aula.
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